Eram 2 da manhã, e eu ainda não conseguia dormir, tinha uma incerteza tomando conta de mim, e como sempre, era aquela dúvida cruel de sempre: “Eu corro atrás, ou espero você vir?”. De repente, eu fecho os olhos (…)Comecei a sentir o teu cheiro, o teu toque, a ouvir a tua voz, e a ver a tua imagem na minha mente, eu fiquei imaginando como seria se você estivesse ali, bem na minha frente. Pensei, então: “Será um sinal?” (…) Já eram 3 da manhã, a minha mente já estava cansada, o meu corpo estava implorando por você, eu já estava sem ar! (…) 3:30, e eu finalmente consegui dormir, mas eu comecei a sonhar com você, não pude evitar (…)Cheguei à conclusão de que quanto mais eu fujo, mais eu me aproximo e que, ignorando a tua existência, eu consigo te ter, mesmo que seja seja apenas no meu pensamento. E eu fico me perguntando: “À que conclusão você chegou?”
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