Eles já não se viam faz décadas, mas o amor que sentiam um pelo outro não havia morrido. Ela ainda pensava nele todos os dias, como se cada detalhe lhe fizesse lembrar do seu sorriso. Ele nem ao menos sabia ao certo porque eles não haviam dado certo, talvez tivesse havido desentendimentos, discussões...mas ele bem sabia que aos dois podiam ter superado tudo isso. domingo, 15 de maio de 2011
Eles já não se viam faz décadas, mas o amor que sentiam um pelo outro não havia morrido. Ela ainda pensava nele todos os dias, como se cada detalhe lhe fizesse lembrar do seu sorriso. Ele nem ao menos sabia ao certo porque eles não haviam dado certo, talvez tivesse havido desentendimentos, discussões...mas ele bem sabia que aos dois podiam ter superado tudo isso. sábado, 14 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011

Perguntas e mais perguntas rondavam em volta dela, a garota já não sabia mais o que fazer, não sabia dar as respostas certas, não sabia escrever as palavras corretas para tudo aquilo que a invadiu de novo, não sabia como reagir a aquelas tremulas pernas que estava sentindo, e olhando para baixo, percebeu que eram mesmo as suas. E olhando para as suas mãos as viu vacilantes e as sentiu frias. É, ela não via faz tempo aqueles sintomas nela mesma.
-Tâmisa.

Talvez eu tenha sentido medo de tudo passou naquele dia, de tudo que senti em tão pouco tempo. Então eu reprimi tudo isso, e achei que não passou de um engano, de um dia a mais, de um erro a mais, mas aos poucos, lá longe, você foi se tornando algo que eu ando necessitando. Que eu ando querendo de novo. Não sei porque de tudo isso, não sei porque das minhas perguntas, eu só não queria me enganar de novo, e também não queria te enganar ou te iludir caso isso não passe de um momento, ou de simples(ou não tão simples)...saudades.
-Tâmisa.
E quando te vi, depois de tanto tempo, muito tempo mesmo... lembro de você, de mim, umas crianças ainda... brincando na praia, você me ensinando a pegar ondas, nos correndo pela praia... e depois que te vi assim, crescido, maduro...ou nem tanto... eu não vi mais aquele menino engraçado, que me apaixonei um dia. Eu vi um garoto meio idiota, meio reprimido, meio atirado, e sei lá, aquela imagem toda deve ter mexido comigo de novo.
E você não imagina o quanto eu te adoro, e o quanto você me faz falta... adoro o seu jeito de falar de mim, adoro as suas historias bizarras com os seus amigos, adoro quando você demonstra que lembra de tudo que falo, adoro os seus poemas...ou melhor, esses eu amo; Adoro quando você diz da sua professora de Geografia e quando ela te faz lembrar de mim, adoro quando me fala das crianças que encontra no metro, adoro te falar minha coisas, adoro te falar do meu avô. Eu adoro tudo isso e um pouco mais, e meio incrível você achar que não me faz falta também, porque você é aquele que está sempre do meu lado, mesmo na correria do dia a dia, mesmo não tendo tempo pra nada, mesmo tendo a escola e a sua família. Você é aquele que me dá os melhores conselhos, e me pede pra não chorar. É aquele que sinto confiança além de mim. Eu sinto sua falta.
-Tâmisa.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Sinceramente, eu não sei o que você vê em mim. Já te contei todos os meus defeitos, já te falei todas as besteiras que fiz e você continua me achando aquela pessoa perfeita que um tempo atrás você conheceu. Você me diz da sua saudade por mim, você arranca todos os meus segredos...até aqueles que não contei nem para as minhas melhores amigas, você presta atenção em tudo que escrevo, e lembra de cada detalhe enquanto até eu já esqueci o que tinha falado. Você não gosta de me ver sofrer, e eu odeio te ver para baixo. Você é aquele menino que supera as expectativas sabe? Que a primeira impressão é só a beleza, a segunda é de alguém com gosto excêntricos e passados, e a terceira é de alguém maravilhoso de coração. Sei lá, eu acho que recebi a honra de ler esses seus poemas que você escreve com tanto dom, acho que recebi a honra de conhecer essa beleza etérea do seu coração, e agradeço cada dia mais por você a todos os momentos ser o meu conselheiro, o meu amigo responsável que não é tão responsável assim consigo mesmo, por me apoiar, por meu ouvir, e por compartilhar todos esses momentos, mesmo tão longe.
Ela se esqueceu como é sentir viva, ela já não sabe mais conversar, ela não sente mais o amor das pessoas ao seu redor, ela diz que ama, mas na verdade ela está bem vazia, como aquela garrafinha de água na lata de lixo. Ela já não vive mais em função de sí. Ela simplismente vive. E sobrevive.
Ela: Ele não sabe de nada, eu o amo em segredo...não falo mais com ele, eu tendo esquecer, faço tudo que me dizem, sigo todas as receitas para o esquecimento... não me dirijo mais a ele, não vejo seu orkut, não abro mais o histórico do msn, não fico mais olhando para a sua janela aberta sem dizer nada... mas é engraçado, ele ainda meche comigo, ainda fico imaginando encontrar ele na rua e ele me segurar em seus braços e dizer que me ama como nunca amou ninguém.









