Ultimamente eu ando tão sem criatividade, tão sem você.
terça-feira, 1 de novembro de 2011

Sabe, essas últimas semanas não estão sendo fácil. E isso me consome a cada dia. Eu não consigo parar de pensar, em você, em nos. Não dá para olhar mais pra você, porque eu lembro que não te tenho mais pra mim. É difícil, é difícil... não ouvir sua voz, não sentir seus braços em volta de mim... ou somente te sentir, longe ou perto, a 5 passos de distância ou a 5Km. E continua insuportável pensar que você já não pensa mais em mim, que você já esqueceu de tudo, que já esqueceu que quando eu te chingava queria dizer que na verdade eu te amava, que já esqueceu dos nossos planos, que já esqueceu dos nossos costumes... é difícil acreditar, porque na verdade é bem difícil esquecer. E eu não sei mais o que fazer, porque tudo aquilo continua dentro de mim.
terça-feira, 25 de outubro de 2011


quinta-feira, 15 de setembro de 2011


Eu tenho medo dessa confusão toda não resultar em nada, desse amor todo se reduzir a pó, eu tenho medo da gente esfriar e virar somente uma obrigação um para o outro, eu tenho medo de muitas coisas, assim como do escuro ou de pessoas estranhas na rua. Mas o que mais me dá medo, em poucos momentos da vida, é quando eu me apaixono, não sei explicar o porque. Talvez porque derrepente tudo fique tão bom, tão maravilhoso, que eu penso " Está tudo bom demais, logo vai acontecer algo de ruim". É, eu sei que tenho que deixar de pensar assim, que isso atrai as coisas ruins, mas eu simplismente não consigo, não consigo deixar de pensar no futuro, de pensar no que pode acontecer. E por isso tudo eu tenho tanto medo, é talvez seja por isso mesmo.quarta-feira, 7 de setembro de 2011

sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Ela sabia que existia dores piores, ela sabia que havia gente passando fome por aí, ela sabia que existia gente sem cobertas para aplacar o frio. Mas ela não podia fazer nada, ela não tinha sentido nenhuma dor pior, ela estava sem fome, ela estava envolta de várias cobertas mas com um frio que vinha de dentro e congelava tudo.
Ela tinha amado uma vez, sim, já tinha, e por isso tinha levantado muros em sua volta, na verdade foi bem mais difícil descobrir o amor do que suporta-lo. E ela o tinha perdido, tinha o perdido para a distância. OH, a distância, que é tão cruel e tão precisa em alguns momentos. Na verdade ela estava distante demais, e não sentia mais nada, nem o toque de um dedo em seu rosto, nem um embrulhar de estomago, nem uma revirada de olhos. Até que ele apareceu. Ela não podia aguentar, eles eram parecidos demais. No jeito de andar e no jeito de que seus olhos dançavam contra a luz quando riam; Os dois eram convencidos demais, chatos demais, bobos demais, e os dois davam aquele mesmo embrulho no estomago dela. Ela já estava se virando em doida. Mas ela sabia: eles não eram iguais. Não podiam ser, e ela sabia que quando ela menos esperasse um deles ia sumir da vida dela, assim, num passe de mágica, como se nada tivesse acontecido, como se nada tivesse valido a pena, e ela sabe que no fundo não vai valer mesmo.
Sabe aquela angústia que te corroí de vez em nunca? Então, eu estou sentindo ela agora. É aquele negocio de achar que está fazendo tudo errado, de chorar por nada, de ler coisas deprimentes, de estar romântica demais, de estar estressada demais também; De não estar satisfeita consigo mesmo, de não conseguir nem se olhar no espelho, de achar que ninguém se importa com você( mesmo você sabendo que é não é verdade), é aquele momento que ninguém consegue te fazer sorrir, de não sentir nada e sentir demasiado, é aquela sensação de ser uma gangorra, um te puxa pra um lado e logo outro mais pesado vence e te joga pra outro canto.
Eu ando me distanciando demais, eu ando irônica demais. Eu cansei de mim mesma, eu mudei, e mudo a cada dia, a cada minuto. Desculpa, mas eu não sei como parar, eu não sei como frear essa fúria, essa coisa que tá aqui dentro de mim. Eu já não lembro como eu era antes, eu só sei que sinto saudades. Saudades de não precisar me importar com nada, de ter a atenção das pessoas, e elas olhando pra mim e dizendo: " Ei menininha, que olhos lindos! Posso rouba-los para mim?".quarta-feira, 31 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011


Ela está perdendo o controle novamente, ela não consegue extinguir seus sentimentos por ele. Ela não entende mais como seu coração idiota foi cair nessa novamente, é só um olhar dele e seu cérebro já sai de órbita. Ela não queria isso, ela não queria cair nessa ilusão novamente, mas era inevitável. Ele parecia como todos os outros, de um jeito diferente. Ele tinha seu próprio estilo, era daqueles que por nada do mundo perdia o controle, daqueles que não sentem frio, daqueles que são invisíveis para alguns e visíveis demais para outros. Ela já não sabia mais o que fazer, a paixão já tinha chegado ao ponto mais alto: a ilusão. Ela já estava imaginando coisas.
terça-feira, 16 de agosto de 2011

quinta-feira, 11 de agosto de 2011
E você vai ser a minha pequena, aquela que vou cuidar, vou proteger de todo o mal, junto com todos os outros. E daqui à algumas horas você estará aqui nesse mundo onde tudo é possível, onde tudo pode acontecer, e onde terá sempre várias pessoas te amando. E eu irei te proteger, eu serei o teu porto seguro, tua companheira, tua amiga, aquela que sempre poderá contar, serei mais que uma tia, serei a portadora dos teus segredos e sua conselheira para todas as horas, sempre que quiser, estarei ao teu lado.

Já perdi a hora, já perdi pessoas, já perdi amigos, já perdi animais, já perdi dinheiro, já perdi a vontade, já perdi o clima, já perdi a risada, já perdi o amor próprio, já perdi ocasiões especiais, já perdi o humor, já perdi o sono, já perdi a sessão da tarde, já perdi um brinco e já perdi o amor também. Mas sabe, as vezes a gente percebe que a vida precisa tirar algo no final de você também, pra poder caber tudo aquilo que você irá ganhar depois. É como dizem: " Toda moeda tem dois lados".
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
As vezes a saudade aperta, você se pega falando daquela pessoa sozinha, rindo daqueles episódios mais cômicos, se pega se imaginando com ela e lembrando de cada detalhe do seu rosto e de cada gesto, por mais simples que seja.
Ele não sabia amar, perdia tudo que, talvez, um dia amasse, as possibilidades eram poucas agora. Ele vivia em seu mundo individual, tinha medo das pessoas, das várias emoções que via estampadas em seus rostos; era um observador nato.domingo, 15 de maio de 2011
Eles já não se viam faz décadas, mas o amor que sentiam um pelo outro não havia morrido. Ela ainda pensava nele todos os dias, como se cada detalhe lhe fizesse lembrar do seu sorriso. Ele nem ao menos sabia ao certo porque eles não haviam dado certo, talvez tivesse havido desentendimentos, discussões...mas ele bem sabia que aos dois podiam ter superado tudo isso. sábado, 14 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011

Perguntas e mais perguntas rondavam em volta dela, a garota já não sabia mais o que fazer, não sabia dar as respostas certas, não sabia escrever as palavras corretas para tudo aquilo que a invadiu de novo, não sabia como reagir a aquelas tremulas pernas que estava sentindo, e olhando para baixo, percebeu que eram mesmo as suas. E olhando para as suas mãos as viu vacilantes e as sentiu frias. É, ela não via faz tempo aqueles sintomas nela mesma.
-Tâmisa.

Talvez eu tenha sentido medo de tudo passou naquele dia, de tudo que senti em tão pouco tempo. Então eu reprimi tudo isso, e achei que não passou de um engano, de um dia a mais, de um erro a mais, mas aos poucos, lá longe, você foi se tornando algo que eu ando necessitando. Que eu ando querendo de novo. Não sei porque de tudo isso, não sei porque das minhas perguntas, eu só não queria me enganar de novo, e também não queria te enganar ou te iludir caso isso não passe de um momento, ou de simples(ou não tão simples)...saudades.
-Tâmisa.
E quando te vi, depois de tanto tempo, muito tempo mesmo... lembro de você, de mim, umas crianças ainda... brincando na praia, você me ensinando a pegar ondas, nos correndo pela praia... e depois que te vi assim, crescido, maduro...ou nem tanto... eu não vi mais aquele menino engraçado, que me apaixonei um dia. Eu vi um garoto meio idiota, meio reprimido, meio atirado, e sei lá, aquela imagem toda deve ter mexido comigo de novo.
E você não imagina o quanto eu te adoro, e o quanto você me faz falta... adoro o seu jeito de falar de mim, adoro as suas historias bizarras com os seus amigos, adoro quando você demonstra que lembra de tudo que falo, adoro os seus poemas...ou melhor, esses eu amo; Adoro quando você diz da sua professora de Geografia e quando ela te faz lembrar de mim, adoro quando me fala das crianças que encontra no metro, adoro te falar minha coisas, adoro te falar do meu avô. Eu adoro tudo isso e um pouco mais, e meio incrível você achar que não me faz falta também, porque você é aquele que está sempre do meu lado, mesmo na correria do dia a dia, mesmo não tendo tempo pra nada, mesmo tendo a escola e a sua família. Você é aquele que me dá os melhores conselhos, e me pede pra não chorar. É aquele que sinto confiança além de mim. Eu sinto sua falta.
-Tâmisa.






















